Comunicação

FUNDAÇÃO LIONS DE PORTUGAL

COMUNICAR, COMUNICAR

ACREDITAR, ACREDITAR

Chegar mais rápido!

Revista "Lion", janeiro/fevereiro 2021

Recordam-se do Samuel Morse? E do Steve Jobs? Pois é, a tecnologia impulsiona cada vez mais a evolução, mas não é este o caminho que estamos a usar.

Desta vez, Amigos (as), Companheiros (as) estou a utilizar a Revista Lion para vos dar algumas notícias.

Sabia que esta nossa Fundação tem 43 anos?

Os estatutos e regulamentos disponíveis no nosso site informam-nos dos apoios que fazemos aos Distritos, aos Clubes e a todos os Companheiros, porque consideramos que o mais importante são as PESSOAS, ou seja a estrutura humana que nos irá levar para o sonho do nosso Movimento que é o SERVIR.

PCC Vitor Melo A nossa estrutura é pequena, trabalha Pro Bono e flui facilmente. Os objetivos da nossa Fundação são filantrópicos essencialmente no desenvolvimento e fomento de atividades artísticas, formativas, educativas, culturais e ambientais, cria bolsas de estudo, facilita e faculta apoios a carências de carácter social, dá apoio na proteção de crianças, nas pessoas idosas e desfavorecidas, com especial relevo para com aqueles que necessitam de cuidados especiais, prevenindo o controlo de doenças.

A triagem dos pedidos passa sempre pelos sócios, pelos Clubes e pelos Governadores.

Os Governadores são, por natureza, excelentes comunicadores e é por isso que lhes pedimos para abrir espaços na divulgação da nossa Organização, esta contribuição não lhes sai do bolso, pelo que apelo para que a mesma lhes saia do coração.

Na complementaridade que fazemos com a LCIF apoiámos as populações fustigadas pelos incêndios, distribuímos bolsas de estudo por todo o Portugal, apoiámos a compra de equipamentos ligados à visão, e no Banco de Leite e nas associações de pessoas idosas em situações precárias também estivemos presentes.

Fazemos desde sempre o apoio ao Prémio Literário e também ultimamente o apoio ao Prémio da Música, do qual já angariámos prémios cimeiros em termos internacionais.

Verifica-se assim que, com aqueles dois apoios; com o reforço que fizemos neste mandato ao estabelecer um protocolo para a publicação do livro premiado (€ 1.500); e ainda com o apoio dado aos Leos (€ 2.000), foram concedidos cerca de 50% do valor aportado por todos os sócios (€0,54/sócio/mês), em atividades do Distrito Múltiplo.

Com a ACREDITAR – Associação de Pais e Amigos das Crianças com Cancro, assinámos um protocolo para ações conjuntas, destinando-se as verbas angariadas, com o apoio dos Clubes e da Fundação, a ações sobre o cancro infantil, patrocinando e custeando bolsas de estudos, possibilitando àquelas crianças um maior e melhor enquadramento e recuperação pós-doença.

Ao abrigo deste protocolo contamos com o embaixador FF (Fernando Fernandes). Já se efetuaram Galas Solidárias em Manique, Montijo e Santiago do Cacém, outras próximas já se encontram em fase de conceção.

Na realidade, já reconhecida e enquadrada na Lei-Quadro das Fundações, sem fins lucrativos e sem ter tido alguma vez donativos do estado, aguarda-se a atribuição do Estatuto de Utilidade Pública, o qual nos permitirá o relacionamento com outras entidades (nomeadamente empresas), para a obtenção do financiamento através de mecenato.

Felizmente que em Portugal temos empresários conscientes, cidadãos corretos dentro das suas próprias empresas, buscando a sua inclusão social para que em seguida possam contribuir e serem parceiros e agentes nas mudanças das suas comunidades, assim o tão aguardado estatuto nos seja concedido.

Na senda dos princípios das boas práticas, a Fundação Lions de Portugal tem a sua sede em Pombal, em regime de comodato por dez anos, renovável, através de um protocolo assinado naquela edilidade com a pessoa do seu Presidente, Sr. Dr. Diogo Mateus, autarca de grande iniciativa e de fácil diálogo, que nos deu a possibilidade de estarmos localizados no centro do país, permitindo-nos uma atuação mais fácil e mais próxima para com todos os Clubes Lions espalhados pelo nosso Portugal, sendo de referir que estas instalações estão disponíveis e têm sido variadas vezes utilizadas por Clubes e por Associações Lionísticas.

Transformar vidas, acreditar num trabalho promissor que temos pela frente, faz parte do nosso empenhamento voluntário, eficaz e equilibrado, sempre disposto a ir ao encontro dos Clubes, promovendo meios de os estimular e ajudar, numa tarefa difícil, árdua e desejada, mas é este o TRABALHO que nos compete.

Bem-Haja.

VITOR MELO
Pres. do CA da Fundação Lions de Portugal


In revista Lion janeiro/fevereiro de 2021

FUNDAÇÃO LIONS DE PORTUGAL

JUNTOS, AGORA E SEMPRE SEREMOS O FUTURO

Revista "Lion", novembro/dezembro 2020

O Covid-19 alterou o percurso da humanidade.

Nós hoje somos pessoas diferentes, e o modo como trabalhamos e nos relacionamos com familiares, amigos e Companheiros não é igual.

Mas já em épocas passadas, como nos dizem os livros e a história, conseguiu-se ultrapassar as pandemias.

A nossa missão, cuja pertinência permaneceu e irá permanecer até ao final do ano será cumprida. Ao longo dos últimos meses desenvolvemos em comum com todos os Lions interessados e com os seus Clubes medidas destinadas a reduzir o impacto da pandemia junto das nossas comunidades.

Com esta agilidade, respondemos às necessidades imediatas das famílias, dos jovens, dos idosos e também prosseguimos um trabalho que dá garantias na qualidade de vida, na proteção social, na saúde, no bem-estar, na cultura, na formação, na educação, etc. etc.

É ESTA A NOSSA MISSÃO, por isso estamos orgulhosos.

O exemplo desta nossa estratégia foi o lançamento dos apoios com subsídios, naquela que designámos “Campanha Covid-19”, cujo términus estava previsto para 30 de setembro e que agora prorrogámos para 15 de dezembro de 2020.

Partilhou-se do muito bom, e os pedidos rececionados superaram todas as expectativas, o que nunca antes tinha acontecido na vida da Fundação. O crescente interesse dos Clubes a justificar a inclusão e a partilha destes nossos novos apoios, foi provavelmente o momento mais desafiante desta nossa vida coletiva.

Não tivemos hores de abertura ou de fecho, estivemos disponíveis 24 horas por dia e todos os dias do ano, permitindo assim dar resposta adequada, certa, pronta, segura e rápida.

Por isso quisemos envolver os Clubes, alcançar todos os seus sócios, aproximar as suas lideranças, integrar as suas equipas e, de alguma forma, mostrar o valor estratégico da Fundação Lions de Portugal, no pressuposto de que estamos a fortalecer o nosso lema “Nós Servimos”.

Este ano em especial para além dos apoios aos Bombeiros, da distribuição das Bolsas de Estudo, do apoio cultural ao prémio literária e à publicação em livro da obra vencedora, tivemos sempre, em cooperação mútua (Clubes/Fundação), na mesma identidade de seres, numa união de interesses e propósitos, contribuindo sempre para um ato de bondade e compreensão, nesta interdependência de sentimentos, de ideias e de doutrinas.

Bem-haja os Clubes de Ílhavo, Guimarães, Lisboa Belém, Porto Boavista, Amadora, Pombal-Marquês de Pombal, Matosinhos-Lusofonia, Vila Nova de Famalicão, Arganil, Barcelos, Costa da Caparica-Praia do Sol, Cantanhede, Senhora da Hora, Seixal Miratejo, Lagoa Açores, Torres Vedras Histórica, Vilamoura, Vila de Rei, Faro, Setúbal, Odivelas, Águeda (para além de vários outros que, à data, se encontram em análise), pelo entusiasmo, pela partilha e parceria que fizeram connosco.

JUNTOS, AGORA E SEMPRE SEREMOS O FUTURO

VITOR MELO
Pres. do CA da Fundação Lions de Portugal


In revista Lion novembro/dezembro de 2020

FUNDAÇÃO SOLIDÁRIA

BOAS PRÁTICAS – A NOSSA MISSÃO

OS NOSSOS CLUBES

Revista "Lion", setembro/outubro 2020

A Missão da Fundação dos Lions de Portugal é satisfazer carências de caráter social, fomentando atividades artísticas, formativas ou educativas e culturais, operando na área do ambiente e ajudando os mais carenciados, desde jovens a idosos.

Para Peter Drucker, conhecido pai da administração moderna: … uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz; ela define-se pela sua Missão. Somente uma definição clara de missão é a sua razão de existir e torna possíveis, claros e realistas os seus objetivos.

Nada será mais poderoso para direcionar uma organização para a Excelência e para o sucesso duradouro do que uma visão atraente, compensadora, realizável e completamente partilhada.

Cabe, por isso e aqui, o desempenho num papel muito importante, diferenciador e aglutinador dos Clubes.

Foi com este desígnio que esta Equipa definiu com amplitude a direção a seguir no seu ciclo estratégico (2 anos).

A nossa Fundação não regateia esforços para promover a Paz, para unir os nossos Clubes do Continente e das Ilhas para prestar serviços humanitários, para unir os nossos Companheiros na senda do Voluntariado com ações específicas nos projetos da cidadania, da educação, no combate à fome e à pobreza, na promoção da saúde, no apoio aos recursos para o ambiente, na promoção cultural da música e da literatura, no apoio aos jovens com bolsas de estudo, etc, etc, e neste ano atípico para todos nós, na criação de uma linha de crédito Covid-19.

Não deixámos de ser ousados nos nossos objetivos, pois uma das nossas funções é também motivar os nossos parceiros, porque para onde queremos ir IREMOS JUNTOS.

As campanhas são uma das melhores maneiras de comunicar, quer informações, planos ou estratégias.

Este ano tem sido um ano anómalo em que a Fundação se empenhou fortemente em contribuir para que os nossos Clubes sintam a nossa Missão e o nosso Apoio, de forma inclusiva, sendo que os Clubes usaram exemplarmente os nossos subsídios.

Foram muitos os testemunhos, patentes nos relatórios rececionados, dos quais nesta edição destacamos os Clubes Lions da Senhora da Hora e de Lagoa Açores, mas dirigindo a todos o nosso agradecimento.

Caríssimos Amigos e Companheiros, com as nossas capacidades de trabalho e o nosso empenho voluntário e responsável, seremos mais e melhores para, em conjunto, SERVIRMOS os nossos Clubes.

VITOR MELO
Pres. do CA da Fundação Lions de Portugal


In revista Lion setembro/outubro de 2020

CLUBES, COMPANHEIROS E AMIGOS

CHEGOU A HORA!!!

Revista "Lion", julho/agosto 2020

Chegou a hora de nos projetarmos ainda mais, aos Clubes que ainda não fizeram o seu pedido para a nossa Campanha Covid 19 devem elaborá-lo tendo em vista ajudar as comunidades onde estão inseridos. Cada vez mais existem famílias carenciadas e o combate à fome e à pobreza é imperioso.

A partilha que a Fundação está a desenvolver com os Clubes é mais uma oportunidade do Servir, dando por isso um verdadeiro apoio ao desenvolvimento de um dos nossos marcos, o Companheirismo.

O momento mais importante das nossas vidas é AGORA e uma das nossas metas é apresentar com segurança o vosso/nosso trabalho também para a promoção da imagem dos Lions.

Como organização ligada, indubitavelmente ao nosso grande Movimento, gostaríamos que quando alguém nos pergunta o que são os Lions, o que é que devemos responder.

Acho que a grande maioria de nós já passou por esta situação, e por vezes muitos acabam por não saber o que dizer.

Sempre tivemos dificuldades em expressar o âmbito do nosso trabalho, não apenas o que fazemos, mas como o fazemos e o valor que damos à contribuição que entregamos ao Mundo.

Junto dos Clubes que já recorreram e este projeto, sabemos que estamos a chegar a inúmeras famílias que necessitam de bens de primeira necessidade e de produtos alimentares, neste grupo inserimos os Lions Clubes de Amadora, Seixal Miratejo, Senhora da Hora, Cantanhede, Porto Boavista, Costa de Caparica e Barcelos.

Ações para dotar algumas Instituições com equipamentos e operar noutros projetos que visam evitar a contaminação do Covid 19 quer a adultos, quer a crianças, são também verdadeiros exemplos da mais valia que é o Lionísmo, do seu impacto na comunidade, contribuindo também por isso para o serviço de voluntariado que a todos nós se impõem, bem como para a visibilidade do Movimento Lionístico. Jus a iniciativas desta natureza onde estão os Clubes Lions de Arganil, Pombal, Vila Nova de Famalicão, Matosinhos Lusofonia, Guimarães, Ílhavo e Lagoa Açores.

A todos os Clubes, o nosso bem-haja pelo empenho nesta campanha, mas também uma palavra de apreço para aqueles que têm recorrido à conceção de subsídios "Não Covid".

Por isso, acredito plenamente que reforçando o nosso empenho nesta e noutras campanhas, estaremos melhor capacitados a demonstrar quem são os Lions e a honra que temos no nosso lema "SERVIR".

Façamos com que estas nossas ações ainda mais a diferença para que um maior número de pessoas nos conheça ainda melhor.

VITOR MELO
Pres. da Fundação Lions de Portugal


In revista Lion julho-agosto de 2020

FUNDAÇÃO LIONS DE PORTUGAL

“NOTÍCIAS”

Revista "Lion", maio/junho 2020

Na vida, Melvin Jones como Lion encontrou uma forma, uma origem, uma expressão e uma palavra junto da sua experiência e da sua obra, “SERVIR”.

A obra dos Lions é uma realidade e exprime-se pela união dos imensos Clubes espalhados pelo mundo inteiro e sempre ao serviço dos mais carenciados.

É neste espírito e nesta caminhada que a Fundação Lions de Portugal se dedica a capacitar todos os Lions para que se possam promover iniciativas de melhoras; no campo da saúde, nomeadamente do cancro pediátrico, na educação, no combate à fome, no ambiente, na visão, nos diabetes e noutras áreas ajustadas à realidade do país, porque JUNTOS NÓS SERVIMOS.

A NOSSA GALA SOLIDÁRIA

Estabeleceu a Fundação Lions de Portugal um protocolo de cooperação com a ACREDITAR – Associação de Pais e Amigos de Crianças com cancro.

PCC Vitor Melo Esta instituição, para além de estar presente no trabalho com os seus meninos e suas famílias, faz intervenção nos hospitais, na investigação em oncologia pediátrica, no incentivo à vida académica quer secundária quer universitária e acolhem e apoiam nas necessidades primárias, bem como naquelas que de um momento para o outro surgem e se intensificam.

Embora com menos visibilidade, refiro-me também às CASAS, que mantêm em Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal, onde recebem as crianças e suas famílias, para atenuar os tempos bem difíceis, mas bem desafiantes onde a palavra ESPERANÇA tem um grande peso.

Foi possível, num curto espaço de tempo, mercê da entrega, do esforço dedicado de um grupo de Lions de vários Clubes, do acolhimento ímpar da Câmara do Montijo, do seu Presidente, da sua estrutura humana concelhia e dos seus equipamentos, que a todos os níveis colaboraram e ajudaram a edificar tal iniciativa.

Aos artistas e à apresentadora não cabem também palavras de agradecimento pelo brilhantismo que trouxeram a esta nossa GALA.

A todos, sem exceção, fica o reconhecimento da Administração da Fundação, não só pela participação de todos e a todos os níveis que, pro bono, mas especialmente pela dedicação, empenho, carinho, profissionalismo e coração que cada um, em seu posto, nos entregaram.

O NOSSO OBRIGADO, porque também ACREDITARAM que juntos ficámos mais fortes e realizámos o nosso sonho neste apoio da entrega de quatro bolsas de estudo (duas do ensino secundário e duas do universitário).

PRÉMIO DA MÚSICA

Criatividade, potencial de exceção e empreendorismo são honrarias de reconhecimento das obras e habilidades de pessoas específicas que têm especialidades incríveis e que também souberam aprender e explorar o seu talento.

Estamos, por isso, a contribuir para que os indivíduos que ganham nesta arte de cultura ganhem fama para que em toda a sua vida a mesma possa permanecer na sua história.

Pudemos assim assistir à brilhante atuação do vencedor do Prémio da Música, Diogo João, o qual nos presenteou com a sua atuação na nossa Convenção das Caldas da Rainha. Apoiámos também um segundo prémio à Inês Sousa.

Para o Diogo João ficam os nossos votos e desejos para que mais uma vez possa honrar o seu talento, mas que também traga para Portugal e para os Lions portugueses mais um merecido e honroso prémio para se juntar àqueles que já recebemos.

PRÉMIO LITERÁRIO

Premiar o objetivo de incentivar a criatividade literária e artística, destacando obras originais que ajudam a promover o gosto pela leitura, pela escrita, atividades essenciais no desenvolvimento intelectual do indivíduo e cultural do país.

Estimular e galardoar a produção de obras inéditas e originais de escritores da língua portuguesa, cumprindo assim um dos compromissos ao longo de muitos anos da Fundação Lions de Portugal.

Ao Professor José M. Serras Gaspar, a quem na cerimónia da Transmissão de Funções, no dia 23 de junho em Coimbra o parabenizámos, pela sua criatividade, expressividade e tratamento do espaço e do tempo, e a todos os membros do júri, que dispuseram de muitas e muitas horas do seu tempo, para lerem as 29 obras apresentadas, ficam também os nossos agradecimentos.

JUNTOS CONTINUAREMOS A TRILHAR O MESMO CAMINHO.



VITOR MELO
Pres. do CA da Fundação Lions de Portugal


In revista Lion maio-junho de 2020

FUNDAÇÃO LIONS DE PORTUGAL

O nosso foco está nos Clubes

Revista "Lion", março/abril 2019

Na nossa Sede em Pombal, no passado dia 13 de março, foram investidos os novos corpos sociais da Fundação, cerimónia na qual, para além de todos os seus órgãos, estiveram diversos Clubes Lions, o Presidente do Distrito Múltiplo 115, CL Nuno Ferrão, o Presidente da Junta de Freguesia, bem como a Dra. Ana Cabral, Vereadora da Cultura e da Ação Social, em representação do Sr. Presidente da Câmara, e ainda a comunicação social local.

Cerimónia que ilustrou e reviveu o que muitos dos nossos Companheiros anunciavam e que na VIII Convenção em Aveiro no ano de 1977, na qual o então Governador do Distrito Único, CL Miguel Teixeira, apresentou a sua proposta, que foi aprovada, para a criação da FUNDAÇÃO LIONS DE PORTUGAL.

O entusiasmo e os esforços desenvolvidos pelos CCLL e pelas várias Administrações, quer os de Miguel Teixeira, ou ainda de Galamba Marques ou de Jorge Raposo e tantos, tantos outros e que me perdoem por não os referir (para não correr o risco de me esquecer de alguém), que pelo seu trabalho, pela sua dedicação, pelo seu empenho e ainda por aqueles que também motivaram e alimentaram com participações financeiras pessoais e/ou das suas empresas. A todos eles que ajudaram a potenciar o aparecimento desta OBRA, nós Órgãos Sociais, muito lhes agradecemos, e a própria Fundação pelo muito que lhes deve e, apesar da sua aposta na descrição, também os homenageia.

Por isso temos que prosseguir com a nossa MISSÃO, orientada, determinada e delimitada para que a atuação da Fundação, seja uma envolvência de todos nós na concentração dos esforços para uma direção comum; OS LIONS, OS SEUS CLUBES E AS SUAS NECESSIDADES.

A nossa VISÃO servirá como motivação para tirar a Fundação da sua zona de conforto e se movimentar para chegar aos objetivos traçados, mas num prazo determinado.

Os nossos VALORES de respeito, de ética e de transparência serão orientados para as necessidades dos Clubes.

Não nos faltará o entusiasmo, porque quem trabalha com paixão e empenho fá-lo-á sempre para vencer em que TODOS SOMOS UM.

A Confiança no garante do dia-a-dia com os compromissos assumidos, a Excelência no serviço, a Inovação explorando continuadamente novas ideias, farão parte também dos nossos objetivos.

A linha do tempo não para, pelo que não vamos esperar pelo futuro. VAMOS FAZER ACONTECER O FUTURO.

Neste momento é preciso forçar o foco, torná-lo sustentado e eficaz e não esperar pelo momento ideal, o qual pode nunca aparecer.

A tão esperada Utilidade Pública, cuja documentação está em análise na Presidência do Conselho de Ministros é fundamental para o acelerar do nosso desenvolvimento principalmente em:

  • Criar parcerias com empresas privadas e/ou edilidades;
  • Pedir aos Lions a consignação dos 0,5% do seu IRS para a Fundação.
Por isso não abdicaremos de pressionar, com todas as nossas forças, o Governo para a concessão deste nosso grande objetivo.

Com o nosso Instituidor, Distrito Múltiplo, condutor duma receita certa e garantida dos Clubes Lions, continuaremos a promover e a potenciar o Prémio Literário, o Prémio da Música os quais já por si só consubstanciam 30% das receitas advindas dos Clubes e as quais devolvemos ao Distrito Múltiplo.

Apoiámos ainda e aplicámos transversalmente em todos os Clubes Lions que nos solicitaram, em Bolsas de Estudo, em Bancos de Leite, em aparelhos de visão (Braïle), em equipamentos motorizados para organizações de solidariedade, nas catástrofes, nomeadamente no flagelo dos incêndios.

A Fundação Lions de Portugal, em 2018, disponibilizou aos Clubes para as suas atividades de solidariedade a ajuda de cerca de € 22.000.

Não obstante a expectativa do crescimento da economia portuguesa, que deverá continua a desacelerar em 2019/2020, nada nos demoverá em Intervir, Participar e Colaborar para:
Divulgar interna e externamente a nossa Imagem, dando mais visibilidade ao que fazemos, de modo a sermos os parceiros credíveis, para conseguirmos os fundos necessários no apoio dos nossos projetos solidários.

Companheiras, Companheiros e Amigos, são muitos e muitos anos a contribuir para o serviço à comunidade, em causas como a saúde, o ambiente, a educação, a música, as catástrofes, a velhice, etc, etc.

Mas mais do que vos acima referi, há ainda um valor que substitui o tempo, o tempo nas relações entre as pessoas.

Nada pode substituir a Confiança, a Cumplicidade e as Memórias de tantos anos a servir pro bono as nossas causas.

Da nossa parte tudo faremos para continuar a merecê-las, de modo a que a nossa história em comum continue a crescer. O trabalho que nos compete é engrandecer esta NOBRE CAUSA.

Viva a Fundação Lions de Portugal.

Conto com todos.

O meu obrigado. .

VITOR MELO
Pres. do CA da Fundação Lions de Portugal


In revista Lion março/abril de 2019

A Fundação na revista The Lion

Excerto da Revista "Lion", setembro/outubro 2016, com a entrevista a José Neiva Santos, presidente do conselho de administração da Fundação Lions de Portugal

"A nossa Fundação nunca obteve qualquer comparticipação por parte do Estado"

José Neiva Santos, em entrevista à Lion, recorda o longo caminho de luta para que fosse reconhecida personalidade jurídica à Fundação dos Lions de Portugal e as causa que já apoiou e explica como é que um Clube pode fazer para ter um projeto apoiado pela Fundação.

Revista Lion (RL): Depois de anos a lutar para que fosse reconhecida personalidade jurídica à Fundação dos Lions de Portugal isso veio a acontecer com a assinatura do Despacho de 23 de outubro de 2014 pelo Ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares. Como recorda esse processo?

José Neiva Santos (JNS): Estou há alguns anos ligado à Fundação e, desde sempre, considerei que a Fundação é de todos os Lions e agora com credibilidade, legitimidade e legalidade acrescidas, que lhes foram conferidas pelo seu enquadramento na Lei-Quadro das Fundações.

As equipas de que fiz parte sempre se nortearam por este princípio o que tornou a Fundação uma instituição mais aberta, mais transparente e com um mais fácil diálogo.

O trabalho inerente e que está subjacente à pergunta não é o mais importante. Embora reconheça que o trabalho foi insano e muito do êxito alcançado se deve a várias pessoas, algumas Lions como nós, que não puderam continuar a fazer parte da Fundação, mas que continuam disponíveis para colaborar.

Foi um processo difícil, foi necessário ultrapassar burocracias complicadas, mas conseguiu-se, e isso é o importante, e, por isso, tenho a certeza que posso falar por todos os envolvidos no processo, que foi com prazer e com a satisfação do dever cumprido que se viu o assunto ultimado.

Os objetivos da Fundação

RL: Quando e com que objetivos nasceu a Fundação Lions de Portugal?

JNS: Nasceu por iniciativa do PDG Miguel Teixeira, no ano em que foi governador, ainda do Distrito único, ideia que levou à Convenção de Aveiro (1976), ano em que foi eleito governador o PDG Arnaldo Gouveia. Tinha, então, os seus objetivos que, no decurso do último ano, foram revistos por se terem de enquadrar no preceituado na Lei-Quadro das Fundações que, entretanto, entrou em vigor, mas que não são substancialmente diferentes. Será de referir que, embora se entenda, a necessidade de disciplinar vários aspetos que permitiam situações que abrangiam outras fundações, é facto incontroverso que a nossa Fundação nunca obteve qualquer comparticipação por parte das entidades governamentais. Portanto esteve e está fora de qualquer situação menos clara.

No que concerne aos seus objetivos, a Fundação tem como objeto fins filantrópicos; desenvolver e fomentar atividades artísticas, formativas ou educativas e culturais, criar bolsas de estudo e facultar serviços ou satisfazer carências de carácter social.

A área da sua ação abrange todo o território de Portugal Continental, bem como o das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Causas apoiadas pela Fundação

RL: Mesmo antes de lhe ser reconhecida personalidade jurídica, a Fundação Lions de Portugal apoiou algumas causas. Pode falar-nos de algumas delas?

JSN: Sim! Sem pretender ser exaustivo refiro que apoiou diversas causas, não tantas como certamente gostaria, mas estava coartada com as regras a que tinha de se subordinar, nomeadamente as impostas em termos de reforço do capital próprio. No entanto, entre outras situações que a Fundação apoiou, destaco o apoio à Floresta (plantação de árvores e "Eu sou Vigilante da Floresta"); comparticipação no projeto conjunto entre o Hospital de S. Sebastião e o Lions Clube de Santa Maria da Feira no âmbito do rastreio da ambliopia, levado a efeito no concelho; comparticipação, também em parceria com o Lions Clube Santa Maria da Feira, no equipamento de uma sala no Lar de S. Nicolau, que ficou com o nome da Fundação; Projeto Pera (Centro Norte e Centro Sul); patrocínio, desde a sua instituição no AL 2001/2002, do Prémio Nacional de Literatura "Lions de Portugal", no valor de 2.500 euros/ano; disponibilização para cada Distrito (CN e CS) de 3 mil euros, desde que a sua utilização fosse devidamente comprovada como aplicada em atividades compagináveis com as finalidades da Fundação.

Embora fora do contexto da pergunta poderei dizer que, neste exercício (já após o reconhecimento da personalidade jurídica) a Fundação decidiu, também, patrocinar os prémios a atribuir no âmbito do "Grande Prémio Música Lions", iniciativa do Distrito Múltiplo, aprovada na última Convenção Nacional, com o montante de 2.500 euros.

RL: O que é que um Clube pode fazer para ter um projeto apoiado pela Fundação Lions de Portugal?

JSN: Este aspeto está correlacionado com a atual realidade da Fundação. Por força da Lei-Quadro das Fundações, a que está sujeita, a Fundação é hoje um organismo independente (tem o Conselho de Curadores, o Conselho da Administração, o Conselho Fiscal e o Conselho Executivo), sendo que o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal são nomeados pelo Conselho de Curadores e o Conselho Executivo pelo Conselho de Administração. No entanto, o Conselho de Curadores é eleito pela entidade instituidora, o DM 115, portanto acabam por ser os Lions, através do DM 115 a liderar o processo. Daqui, e bem, a relação e o elo umbilical que liga a Fundação aos Lions.

A Fundação dos Lions de Portugal orçamenta para cada ano civil o montante dos subsídios a atribuir. Esses subsídios a conceder pela Fundação dos Lions de Portugal devem respeitar o seu objeto estatutário "fins filantrópicos, desenvolver e fomentar atividades artísticas, formativas ou educativas e culturais, criar bolsas de estudo e facultar serviços ou satisfazer carências de carácter social", abrangendo todo o território nacional.

Enquadram-se na realização desses fins, entre outras as seguintes atividades (art.º 3.º dos Estatutos):

  1. Facultar serviços ou satisfazer carências de carácter social, designadamente de apoio a menores até aos 16 anos de idade e a pessoas idosas, inválidas e carenciadas;
  2. Desenvolver e fomentar todas as atividades artísticas, formativas ou educativas e culturais, criando, designadamente bolsas de estudo.

A cabimentação orçamental para os subsídios a conceder deve ter como limite sessenta por cento do valor dos resultados operacionais da Fundação apurados relativamente ao ano anterior.

Os pedidos de subsídios à Fundação podem ser apresentados pelos Clubes ou Distrito(s) e devem ser remetidos, através do respetivo Distrito/Distrito Múltiplo ao seu Conselho de Administração que os encaminhará para o Conselho Executivo para avaliação e parecer.

Tais pedidos deverão incluir situação de co-financiamento nunca inferior a cinquenta por cento, salvo exceção devidamente fundamentada e devem ser instruídos com um projeto detalhado, respetivo orçamento, fontes de financiamento previstas e prazos de execução.

Caberá ao Conselho Executivo a análise dos pedidos, submetendo-os com o seu parecer ao Conselho de Administração, para deliberação, tendo em conta o orçamento aprovado pela Fundação.

Os pedidos apresentados devidamente instruídos serão apreciados, se possível, no mês seguinte ao da sua apresentação e dessa decisão será dado conhecimento aos proponentes.

A data limite de apresentação de pedidos é 30 de Setembro, por forma a poder-se concluir todo o processo de análise e alocação de verbas antes do final do exercício contabilístico do ano civil da apresentação do pedido.

A Fundação dos Lions de Portugal não apoia atividades ou projetos já realizados à data dos pedidos.

Os subsídios despachados favoravelmente serão pagos até ao montante de 50% do seu valor após a data da sua atribuição, ficando os restantes 50% dependentes da apresentação e aprovação do relatório de execução final do projeto.

Falta utilidade pública

RL: Como é financiada a Fundação Lions de Portugal?

JSN: Constituem receitas da Fundação os rendimentos dos bens e capitais próprios; heranças, legados e doações; contribuições do instituidor e dos seus sócios; quaisquer donativos e o produto de festas e subscrições; subsídios do Estado e quaisquer outras entidades.

Até à presente data, e dentro das alíneas atrás referidas, os rendimentos auferidos praticamente consubstanciam-se apenas nos rendimentos inerentes aos depósitos bancários e às contribuições pagas pelos sócios, pois os donativos, quando existem, são quase irrelevantes.

Refiro, de novo, que não houve até agora quaisquer donativos do Estado.
Esta situação requer ponderação pois tendo vindo a baixar a taxa remuneratória dos Depósitos a Prazo e assistindo-se cada vez mais, como é sabido, à diminuição do número de Lions as receitas mostram uma tendência decrescente, o que agrava a situação. Por isso, se apela aos clubes devedores a regularização das quotizações dos seus associados que estejam em atraso, para além de ser prioritário o aumento do número de membros Lions.

A agravar a situação, e embora com o reconhecimento da personalidade jurídica já obtido, ainda não está resolvido o da Utilidade Pública o que trará, quando concedida, a isenção de impostos, pelo que, por exemplo, os rendimentos financeiros seriam isentos de tributação (atualmente 28%), importância que representa um valor significativo (é mais de ¼ do valor auferido). é assunto que estamos a tratar.

Sede em Pombal

RL: A Fundação tem sede em Pombal. Porquê?

JSN: Por força da integração da Fundação no âmbito da Lei-Quadro das Fundações há que respeitar a independência que esta impõe. Assim, entendemos não fazer sentido continuar a estarmos sediados no mesmo local que o Distrito Múltiplo. Ponderadas as várias hipóteses e considerando que a Câmara Municipal de Pombal disponibilizou, a título gratuito, o direito de superfície de instalações para funcionamento da sede, no rés-do-chão da Rua dos Cais, n.º 13, tal facto esteve na base da opção por esse local.

Por outro lado foi levado, também, em linha de conta que Pombal é uma localidade situada, mais ou menos a meio caminho entre Porto e Lisboa, pelo que nos pareceu justificável ter-se optado por esta solução.

RL: O que está previsto para os próximos tempos?

JSN: Como já citado, este ano foi decidido patrocinar os prémios a atribuir relativamente ao Grande Prémio Música Lions, apoio que se cifra na importância de 2.500 euros (igual ao apoio dado ao Prémio Literário, tendo este já sido entregue em tempo oportuno, mas dentro deste exercício).

Para além desta comparticipação continuam em aberto as propostas formuladas em outros relatórios, aprovados em convenções anteriores, mas que até agora não tiveram eco junto dos clubes. Há que, com a mudança da sede, ter de equipar as novas instalações o que envolvendo o dispêndio de montantes financeiros deixa menos meios libertos.

Será aqui de referir que compete ao Conselho Executivo organizar o orçamento para o ano 2016 e submetê-lo ao Conselho de Administração razão pela qual, como ainda está a decorrer o prazo para tal, aguardamos a sua apresentação, a fim de se tomarem decisões.

RL: Acha que a Fundação Lions Portugal pode vir a desempenhar um papel similar ao que desempenha a Fundação Lions Internacional à escala do nosso país?

JSN: Gostava, e de certeza todos os membros dos corpos sociais da Fundação Lions de Portugal e todos os Lions, que tal fosse possível ou, pelo menos, que a tal se assemelhasse, mesmo que "ao de leve". A força que a LCIF transmite é importante. Simplesmente as fontes de receitas são diferentes, o que leva a que os meios sejam, também, substancialmente menores, o que faz com que as leituras que por vezes se fazem da nossa Fundação, sem razão no meu entender, sejam menos corretas, leituras estas que urge clarificar e que cada um de vós, se dúvidas tiverem, devem procurar esclarecer, não deixando de cumprir as vossas obrigações para poder exigir, com legitimidade, o seu esclarecimento.

Esperamos poder, passo a passo, fazer o máximo para nos aproximarmos do que gostaríamos fosse a Fundação e que, fundamentalmente, dos seus sócios depende.

RL: Quando é que os Clubes vão poder passar a contar efetivamente com a sua Fundação?

JSN: Os clubes podem desde que a Fundação existe contar com ela. Ela foi instituída pelos Lions (hoje na versão post enquadramento na Lei-Quadro das Fundações, pelo DM) e é gerida e controlada pelos seus corpos sociais, estando estes à disposição dos Clubes para quaisquer esclarecimentos, sendo certo, no entanto, que há que equacionar os meios escassos de que dispõe com as necessidades que os apoios solicitados venham a exigir. Aqui há que ponderar vários aspetos, nomeadamente a quantificação dos benefícios a atribuir e a forma como os mesmos são conferidos. Terá de haver e de ser considerado que os apoios não serão apenas atribuídos pela Fundação, mas conjugados com os concedidos pelas autarquias, com os conseguidos pelos Lions e pelas comunidades que deles venham a beneficiar,… aliás como acontece com a LCIF.

RL: Entre outros cargos que desempenhou no Lions, já foi Governador, Presidente do Conselho Nacional de Governadores... Como vê o momento atual do Lionismo Português e o que se perspetiva no futuro?

JNS: No lionismo português já desempenhei muitos cargos, inclusivamente nas várias estruturas que integram as atividades dos Lions em Portugal.

Reconheço que, apesar das dificuldades que atingem a sociedade, estamos a viver um grande momento lionístico pela comemoração do Centenário da nossa Associação Internacional e que vai ter o epílogo comemorativo em 2017.

Vejo que os Lions começam a fazer das dificuldades uma oportunidade para se consciencializarem, para serem mais atuantes na sua missão de servir e para se disponibilizarem para a liderança das estruturas lionísticas. Façamos todos esforços acrescidos, exijamos mais de cada um de nós em prol do Lionismo… e voltaremos a ver o Lionismo como ele nasceu. Agindo assim, seremos dignos do passado da nossa Associação, estaremos a conquistar o seu presente e, certamente, vamos ganhar o futuro.

Quantos mais nós formos maior será a capacidade de trabalho, maiores serão as verbas disponíveis para distribuir, maior será o impacto positivo da Fundação na sociedade em que vivemos.

Sou por natureza um otimista e acredito nas virtualidades do nosso movimento, no empenhamento voluntário e responsável dos nossos líderes, na capacidade de Servir dos nossos Clubes e no cumprimento dos objetivos da nossa Fundação.




In revista Lion nº 2 setembro-outubro de 2015
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